Artigos Reconhecimentos

Spotlight: Fernando Flora

 

Em 2003, Fernando junta-se à equipa do Fragmentos e em 2016 assume as funções de coordenador de projeto. Dois anos mais tarde, torna-se um dos arquitetos associados do atelier. Leia a biografia completa aqui.

 

Estudou no Brasil. Como é que esta experiência aconteceu? 

Sim, durante a adolescência vivi cinco anos em São Paulo e foi uma experiência incrível e de enorme crescimento pessoal.

Desenhar um projeto novo ou reabilitar um espaço? 

Tenho mesmo de escolher? (risos) Gosto dos dois exercícios. Desafios muito diferentes, mas ambos necessários.

Quais são os três projetos que mais o desafiaram? 

ISP, pela dimensão versus experiência que tinha na altura, não tanto ao nível da arquitetura, mas mais pela aprendizagem multidisciplinar e obra. Pelo pouco tempo de execução, destaco o Salitre 191. Uma recuperação no centro de Lisboa com muita abertura por parte do cliente, mas com condicionantes exigentes. Por último, o Sublime Comporta Villas, pela dimensão, arquitetura, equipa e coordenação.

O arquiteto gosta de ver a Comporta como um local único, preservado e sustentável. Como é que isso tem influenciado os seus desenhos? 

Com ponderação no que apresentamos ao cliente, gosto de responder ao pedido que nos é feito, mas não deixo de pensar na pegada que deixamos. A Comporta cada vez mais precisa dessa atenção por ter sido “descoberta” tão recentemente e por isso mesmo deverá manter a magia para o futuro.

Desenvolveu recentemente um grande projeto no México. O futuro do atelier passa por conquistar novos mercados? 

Sim, esta experiência é interessante justamente pela troca de impressões culturais. Acredito que o exercício do arquiteto deve ser o de responder a qualquer desafio proposto. O México é um país exuberante, onde o clima e a arquitetura não passam ao lado de ninguém. Pensar no projeto em realidades tão diferentes das nossas são oportunidades a conquistar.

 

Em 2003, Fernando junta-se à equipa do Fragmentos e em 2016 assume as funções de coordenador de projeto. Dois anos mais tarde, torna-se um dos arquitetos associados do atelier. Leia a biografia completa aqui.

 

Estudou no Brasil. Como é que esta experiência aconteceu? 

Sim, durante a adolescência vivi cinco anos em São Paulo e foi uma experiência incrível e de enorme crescimento pessoal.

Desenhar um projeto novo ou reabilitar um espaço? 

Tenho mesmo de escolher? (risos) Gosto dos dois exercícios. Desafios muito diferentes, mas ambos necessários.

Quais são os três projetos que mais o desafiaram? 

ISP, pela dimensão versus experiência que tinha na altura, não tanto ao nível da arquitetura, mas mais pela aprendizagem multidisciplinar e obra. Pelo pouco tempo de execução, destaco o Salitre 191. Uma recuperação no centro de Lisboa com muita abertura por parte do cliente, mas com condicionantes exigentes. Por último, o Sublime Comporta Villas, pela dimensão, arquitetura, equipa e coordenação.

O arquiteto gosta de ver a Comporta como um local único, preservado e sustentável. Como é que isso tem influenciado os seus desenhos? 

Com ponderação no que apresentamos ao cliente, gosto de responder ao pedido que nos é feito, mas não deixo de pensar na pegada que deixamos. A Comporta cada vez mais precisa dessa atenção por ter sido “descoberta” tão recentemente e por isso mesmo deverá manter a magia para o futuro.

Desenvolveu recentemente um grande projeto no México. O futuro do atelier passa por conquistar novos mercados? 

Sim, esta experiência é interessante justamente pela troca de impressões culturais. Acredito que o exercício do arquiteto deve ser o de responder a qualquer desafio proposto. O México é um país exuberante, onde o clima e a arquitetura não passam ao lado de ninguém. Pensar no projeto em realidades tão diferentes das nossas são oportunidades a conquistar.